Diana Frances Spencer, apelidada de Lady Di, foi uma aristocrata, filantropa e a primeira esposa de Carlos, Príncipe de Gales, filho mais velho e herdeiro aparente de Isabel II do Reino Unido.

No dia 31 de agosto de 1997 morria, em um acidente de carro em Paris, Diana Frances Spencer, mais conhecida como Diana, a princesa de Gales. Diana estava com o seu namorado, o magnata egípcio Dodi al Fayed, que também morreu no local. A morte da ex-princesa comoveu milhões de pessoas no Reino Unido e ao redor do mundo. Por conta do seu carisma, ela recebeu diversas homenagens e entrou para a história não apenas por ter sido princesa de Gales, mas também por conta de suas ações sociais ao redor do planeta. Nascida no dia 1 de julho de 1961, em Sandringham, na Inglaterra, e de origem aristocrata, ela completou os seus estudos na Suíça e trabalhou como professora em um jardim de infância. No final da década de 70, começou a se encontrar com o príncipe Charles, e o noivado dos dois foi anunciado no dia 24 de fevereiro de 1981. No dia 29 de julho do mesmo ano, eles se casaram na catedral de Saint Paul, em Londres. Daiana teve dois filhos com Charles, William (1982) e Harry (1984). A princesa viveu sob grande exposição na mídia e se tornou extremamente popular, principalmente por conta de seus trabalhos de filantropia pelo mundo. Contudo, no final da década de 1980, tiveram início as especulações sobre uma possível crise conjugal. Finalmente, em dezembro de 1992, foi anunciada a separação do casal real. Em fevereiro de 1996, Diana aceitou o pedido de divórcio apresentado em dezembro pelo príncipe Charles. Eles se divorciaram oficialmente no dia 28 de agosto de 1996. Depois disso, Diana seguiu com suas obras assistenciais, perdeu as regalias reais e recebeu uma compensação financeira.

Trabalho nas minas terrestres
Depois de uma visita a Angola, em 1997, Diana se tornou uma das ativistas mais fervorosas contra os campos minados. Seu filho, príncipe Harry, atualmente é embaixador da The HALO Trust, uma instituição que ajuda pessoas debilitadas devido às minas.

Percepção sobre a Aids
Em uma época em que a Aids ainda era pouco estudada e motivo de tabu, a princesa Diana mostrou ao mundo que não era preciso temer as pessoas que tinham a doença. Uma foto, de 1987, mostra Lady Di cumprimentando um portador do vírus sem luva. O gesto revolucionou a forma como o mundo encarava a doença.
Já que falamos em luvas, o item é comum no guarda-roupa da realeza. Não por estilo, mas sim para não ter contato direto com os súditos. A princesa Diana, porém, quebrou o protocolo e gostava de dar as mãos às pessoas.

Lepra
Assim como aconteceu com a Aids, Lady Di também ajudou a acabar com vários mitos sobre a lepra. Como embaixadora da The Leprosy Mission, ela visitou hospitais na Índia, Nepal e Zimbabwe e passou um tempo com os pacientes. Dessa forma, mostrou ao mundo que não era preciso descriminá-los.

Centros de sem-teto
Diana se tornou embaixadora do Centrepoint em 1992 e permaneceu lá até 1997. A instituição dá suporte às pessoas que moram na rua e tenta mudar essa realidade. O príncipe William é o patrono desde 2005, seguindo o exemplo da mãe.

Instituições de caridade
Diana foi embaixadora de mais de 100 institutos de caridade. Em uma entrevista à BBC, em 1995, ela disse: “Eu preferiria que a monarquia estivesse mais conectada às pessoas”.

Influência
A Fundação Princesa Diana, criada com os donativos recebidos após a morte da princesa de Gales, chegou a doar 30 milhões para a caridade. Até hoje, muitas pessoas dizem ter passado a fazer trabalhos humanitários por influência da princesa.